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Crime no Salgado
Acusado de roubo e cárcere privado é condenado a 11 anos de prisão
15/10/2019 às 18:35:43

 

O acusado de ser um dos autores do roubo ocorrido em abril deste ano no Povoado do Salgado, no Distrito de Senhora do Carmo, em Itabira, foi condenado a mais de 11 anos de prisão. O réu, Fernando dos Santos Chaves, de 20 anos, também foi denunciado por cárcere privado devido as vítimas terem sido trancadas em um cômodo e mantidas reféns por cerca de duas horas.

Relembre o caso: Povoado do Salgado; Quatro pessoas são amarradas durante assalto em sítio na zona rural - Clique aqui

A sentença de condenação penal foi publicada na segunda-feira, 14 de outubro de 2019, no diário oficial do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) ofereceu a denúncia contra Fernando dos Santos Chaves pela suposta prática dos crimes de roubo e cárcere privado.

A denúncia narra que no dia 30 de abril deste ano, Fernando Chaves, na companhia de outros dois denunciados, privou a liberdade de três vítimas durante um roubo. No mesmo contexto, o denunciado, mediante grave ameaça de morte, com o uso de arma de fogo, teria subtraído coisas alheias móveis para si, restringindo a liberdade das vítimas durante o crime que durou por quase duas horas.

No decorrer do processo a defesa do réu requereu a absolvição do acusado em razão da ausência de provas, pediu também o reconhecimento de um único crime no que tange aos dois roubos imputados em relação às vítimas e a desconsideração do cárcere privado, alegando que não houve privação da liberdade das vítimas por tempo juridicamente relevante.

As vítimas, testemunhas e policiais que atenderam a ocorrência, foram ouvidos no processo e após as alegações finais a juíza responsável pelo caso proferiu a sentença condenando o réu Fernando Chaves ao cumprimento de 11 anos de prisão.

O condenado inicialmente terá que comprimir a pena privativa de liberdade no regime fechado. A justiça negou o direto do réu em recorrer da sentença em liberdade, em vista que ele permaneceu preso preventivamente durante o processo, cometeu crimes concretamente graves, sendo notória a comoção social em torno do fato, permanecendo o risco à ordem pública e a necessidade de garantir a aplicação da lei penal.

Thales Benício - ItabiraNet.com







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