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14 a 30 de Julho
Fundação Cultural divulga programação do 43° Festival de Inverno de Itabira
07/07/2017 às 11:12:50

A 43ª edição do Festival de Inverno de Itabira que tem neste ano o tema “Raízes” terá, do caipira raiz ao tradicional rock nacional, passando pela literatura, dança e teatro. Kiko Zambianchi, Banda 5 à Seco, Zé Mulato e Cassiano e Grupo Armatrux fazem parte da programação, que acontece de 14 a 30 de julho. Serão mais de 130 atrações nas diversas áreas: música, literatura, dança, oficinas, exposição, teatro e participação de mais de 300 artistas itabiranos.

“Um festival com poucos recursos financeiros, mas que com certeza encantará”. Esta é a definição que Martha Mousinho, superintendente da Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade dá sobre a 43ª edição do festival. “Uma programação que atende todas as faixas de idade”, ressaltou ela.

A Concha Acústica é a grande novidade deste ano. Foi reformada e será palco das atrações principais. O teatro da Fundação Cultural também passou por reformas e receberá espetáculos. Outra novidade é um caminhão palco, em parceria com a Unifei e a 4ª Arte, que percorrerá bairros e comunidades de Itabira, levando arte e cultura. Atrações no teatro da Fundação Cultural, na Fazenda do Pontal e nas casas de cultura também estão presentes na programação.

O 43° Festival de Inverno de Itabira é uma realização da Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade e Prefeitura de Itabira e tem o patrocínio da Vale.

Zé Mulato e Cassiano - A mais importante dupla caipira em atividade no Brasil

Zé Mulato e Cassiano formam hoje a mais importante dupla caipira em atividade no País, na melhor tradição de Pena Branca e Xavantinho e Tonico e Tinoco.

Os irmãos José das Dores Fernandes (Zé Mulato) e João Monteiro da Costa Neto (Cassiano) tiveram em casa as primeiras lições com o pai, que tocava cavaquinho e cantava. Ainda criança, Zé aprendeu com um andarilho chamado Raimundo Roda, de passagem por sua cidade, os primeiros segredos da viola caipira. Da infância em Minas Gerais, nasceram sonhos e em 1969 desembarcaram em Brasília apenas com os instrumentos e a vontade de cantar e encantar. O primeiro disco só aconteceu em 1978, pela gravadora Xororó. Depois vieram outros e muitas participações em coletâneas como a homenagem ao Capitão Furtado no disco (Marvada Viola), ao lado de Sivuca, Rolando Boldrin, Roberto Corrêa e outros. Zé Mulato e Cassiano tiveram algumas das suas músicas regravadas por dezenas de violeiros pelo Brasil afora e também por cantores da MPB. Em 2015, Zé Mulato e Cassiano ganharam o Prêmio da Música Brasileira como a melhor dupla regional do Brasil e hoje com quase 40 anos de carreira continuam encantando com a tradicionalíssima música caipira raiz.

Onde há respeito e admiração pela viola caipira o palco está formado para o talento dessa dupla que nunca faz concessões, sempre defendendo a verdadeira música brasileira.

5 à Seco – A riqueza de timbres e texturas musicais

Descontraídos e irreverentes, os jovens integrantes do 5 à Seco, Vinicius Calderoni, Tó Brandileone, Leo Bianchini, Pedro Altério e Pedro Viáfora, essencialmente cantores e violonistas, se desdobram no palco e o resultado é uma rica gama de timbres e texturas musicais, perpassando os arranjos, tudo sempre amarrado por um roteiro de inspiração teatral.

O bom humor e a descontração são pontos altos. Eles fazem uma nova MPB, bem arranjada e com letras pensadas. No circuito universitário, há quem os chame de os novos Chico Buarque. Um elogio e tanto, mas exagerado de certa forma. Não que lhes falte talento, mas os tempos são outros. Não há a Ditadura para combater.

Donos de carreiras individuais anteriores ao projeto e pertencentes a uma geração capaz de transitar entre gêneros musicais diversos sem preconceitos (do samba de raiz ao indie rock, do hip hop à música folclórica, passando pelo jazz contemporâneo e os ritmos caribenhos, entre outros), os integrantes do 5 à Seco demonstram em suas canções o resultado dessa antropofagia sonora que está impregnada em seus respectivos DNAs e criam um espetáculo inventivo e surpreendente que celebra a arte do encontro.

Com músicas como “Em Paz” e “Pra Você Dar o Nome”, temas de novelas da Globo, a banda 5 à Seco se destaca e agrega qualidade musical e artística ao 43° Festival de Inverno de Itabira.

Kiko Zambianchi – A tradição do rock nacional

Kiko Zambianchi, nome artístico de Francisco José Zambianchi, é um cantor, guitarrista e compositor brasileiro. Começou a tocar guitarra na adolescência, tendo participado de festivais estudantis e peças de teatro. Fez shows pelo interior, formou a banda Vida de Rua e aos 23 anos mudou-se para São Paulo, onde foi contratado em um mês pela gravadora EMI.

Kiko lançou no final de 1984 o single de "Rolam as Pedras" que estourou nas rádios paulistas e posteriormente em todo o Brasil. Depois disso lançou pela EMI o LP Choque, que emplacou os sucessos "Rolam as Pedras" e "Primeiros Erros" e ainda “Nossa Energia" e "Quem Sofre Sou Eu".

Kiko Zambianchi foi presença marcante no "Acústico MTV", da banda Capital Inicial. Nesse trabalho Kiko cantou, arranjou e a música “Primeiros Erros” se tornou o maior hit do disco. Foi a maior vendagem conseguida pela banda em toda a sua carreira e Zambianchi fez mais de 250 shows acompanhando-os por todo o país.

Grupo de Teatro Armatrux - Uma das companhias de maior destaque no cenário teatral brasileiro

O Grupo de Teatro Armatrux, que nasceu em 1991, destaca-se pela construção de uma estética que alinha o trabalho físico, a manipulação de objetos e bonecos, a construção de imagens e os recursos circenses. Através de várias parcerias artísticas, o Grupo desenvolveu uma linguagem própria, aberta às diversas possibilidades de encenação.

São 19 espetáculos encenados, construindo uma trajetória e um repertório rico, que levou o Armatrux a se apresentar em vários países, em todos os estados brasileiros e em mais de 50 cidades do interior do estado de Minas Gerais. Assim, o Armatrux corre o Brasil e o mundo, consolidando a importância das artes cênicas mineiras e totalizando um público de mais de meio milhão de pessoas em suas apresentações e oficinas. Entre o teatro físico e o musical, entre o infantil e o absurdo, entre tradição e revolução.

Para o 43° Festival de Inverno de Itabira, o Grupo de Teatro Armatrux traz o espetáculo De Banda pra Lua. A montagem iniciou a parceria, que se mantêm até os dias atuais, entre o Grupo Armatrux e o diretor e encenador Eid Ribeiro. Com uma proposta de encenação voltada para o trabalho do ator, a peça dá prosseguimento a uma das marcas do Armatrux, caminhar entre o teatro físico e o musical, entre o infantil e o absurdo, entre tradição e revolução.

Em “De banda Pra Lua” o grupo se vale do teatro de sombras, elemento essencial para a construção do mundo encantado proposto pelo espetáculo. No enredo, Tonico e Bié moram na roça com o pai e a mula Madrugada. Apaixonados pela lua e seus mistérios, Tonico, Bié e Madrugada vivenciam aventuras marcadas por encantamento, trapalhadas, risos e sustos. O mundo da imaginação das crianças é o palco perfeito para essa misteriosa e terna história povoada de seres encantados, como São Jorge, o dragão e aparições de outro mundo.

O espetáculo foi vencedor de prêmios importantes como 1º Prêmio de Dramaturgia Infanto-Juvenil de Minas Gerais/2005, Prêmio Funarte de Teatro Myrian Muniz/ 2006, 1º e o 2º Prêmio “Cena Minas”, em 2007 e em 2008, na categoria “Formação de Público” e recebeu, em 2008, onze indicações para o Prêmio Sinparc e quatro indicações para o Prêmio Sesc-Sated.

Divulgação FCCDA







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